domingo, 28 de agosto de 2016

Luz! Mais luz!


Estátua de Goethe, em Chicago, EUA, pelo escultor alemão Hermann Hahn, instalada em 1913.


“Esta é a mais alta sabedoria que possuo: só é digno da liberdade, como da vida, aquele que a cada novo dia sai por elas em combate.” — Goethe



Missão, por Arno Breker

Prontidão, por Arno Breker


“O maior mérito do homem consiste sem dúvida em determinar tanto quanto possível as circunstâncias e em deixar-se determinar por elas tão pouco quanto possível. Todo o universo está perante nós como uma grande pedreira perante o arquiteto, o qual só merece esse nome se com a maior economia, conveniência e solidez constituir, a partir dessas massas acidentalmente acumuladas pela Natureza, o protótipo nascido no seu espírito. Fora de nós, tudo é apenas elemento. Sim, até posso dizer: tudo o que há em nós também. Mas no fundo de nós próprios encontra-se essa força criadora que nos permite produzir aquilo que tem de ser e que não nos deixa descansar, nem repousar, enquanto não o tivermos realizado, de uma maneira ou de outra, fora de nós ou em nós.” — Goethe



Zeus de Artemísio, Grécia Antiga

Templo de Hefesto, em Atenas, Grécia Antiga


“Tudo o que em nós há de original conserva-se-á tanto melhor e será tanto mais apreciado quanto mais formos capazes de não perder de vista os nossos antepassados.” — Goethe


Catedral de São Pedro, em Roma (Vaticano), Itália

Catedral de Nossa Senhora de Kazan, em São Petersburgo, Rússia

Panteão Nacional, em Lisboa, Portugal

O Santuário de Nossa Senhora de Fátima, Portugal


Panteão, em Paris, França

Catedral de St. Paul, em Londres, Inglaterra

Capitólio dos Estados Unidos, em Washington DC, EUA


“É sempre igual a luta do que é antigo, que já existe e procura subsistir, contra o desenvolvimento, a formação e a transformação. Toda a ordem acaba por dar origem à pedanteria e para nos libertarmos dela a destruímos. Depois, demora sempre algum tempo até que se ganhe consciência de que é preciso voltar a estabelecer uma ordem.”
— Goethe


Projeto arquitetônico de Albert Speer para Berlin





Autobahn com dois Volkswagens: foto-propaganda de celebração dos 10 anos da realização nacional-socialista — Janeiro de 1943

Projeto do Mercedes-Benz T80, por Ferdinand Porsche — carro destinado a quebrar o recorde de velocidade da época



Teste com avião de combate nacional-socialista — 1940

Projeto de Horten Ho-IX — avião mais avançado de seu tempo



Foguete V-2 — tecnologia que em menos de três décadas levaria o homem à Lua 


“O clássico face ao romântico, a obrigação corporativa face à liberdade profissional, o latifúndio face à pulverização da propriedade fundiária: o conflito é sempre o mesmo e há-de sempre dar origem a um novo conflito. Deste modo, a maior prova de entendimento por parte do governante seria regular essa luta de tal maneira que, sem prejuízo de cada uma das partes, conseguisse manter-se eqüidistante. É, no entanto, uma possibilidade que não foi dada aos homens, e deus não parece querer que assim aconteça.”
— Goethe


A Torre de Babel, por Pieter Bruegel, O Velho.

Sede do Parlamento da União Européia (em Estrasburgo, França)
Embora não pareça, a obra, como vista nessas duas imagens (em cima e em baixo), está concluída. Ela foi apropriadamente chamada de ‘Louise Weiss’, em homenagem à judia feminista que incentivou sua criação. 




“A Alemanha existe somente para assegurar a existência do Estado de Israel e do povo judeu.” — Martin Schulz, atual presidente da União Européia




Projeto do Palácio dos Sovietes com estátua de Lênin no topo (à direita), que seria construído no lugar da Catedral de Cristo Salvador. Como a Torre de Babel (retratada por Athanasius Kircher, à esquerda), o projeto não foi levado adiante, embora a catedral, uma das principais da Igreja Ortodoxa Russa, em Moscou, tenha sido demolida por ordem de Stalin.


Catedral de Cristo Salvador, reconstruída após o fim do regime comunista.


“A vontade, para ser perfeita e eficaz, tem de se adequar: no plano moral, a uma consciência sem erro; no domínio das artes, à regra — regra que em nenhum lado está enunciada. A consciência não precisa de nenhum elemento predecessor, porque já está contida em si mesma e só presta contas com seu próprio mundo interno. O gênio criador também não precisaria de nenhuma regra, por ser auto-suficiente; mas, uma vez que sua eficácia se dirige ao plano exterior, está condicionado por uma série de contingências materiais e temporais, que impõem uma série de dificuldades. É assim que tudo que diz respeito à arte, da composição de uma música à elaboração de um poema, da produção de uma estátua à confecção de um quadro, deve ser, do princípio ao fim, tão maravilhoso quanto complicado.” — Goethe 


Goethe no Campo Romano, por Johann Heinrich Wilhelm Tischbein (1787) — retratando Goethe em sua viagem pela Itália em busca de inspirações clássicas


“Somos todos peregrinos em busca da Itália.” — Goethe


Arte e Literatura, por William-Adolphe Bouguereau


Rosto de uma Moça, por William-Adolphe Bouguereau

Elegia, por William-Adolphe Bouguereau

Bíblis, por William-Adolphe Bouguereau

Inocência, por William-Adolphe Bouguereau

Admiração Maternal, por William-Adolphe Bouguereau

Canção de Ninar, por William-Adolphe Bouguereau

Caridade, por William-Adolphe Bouguereau

A Mãe-Terra, por William-Adolphe Bouguereau

Rainha dos Anjos, por William-Adolphe Bouguereau

O Nascimento de Vênus, por William-Adolphe Bouguereau

Ninfas e Sátiros, por William-Adolphe Bouguereau

O Rapto de Psiquê, por William-Adolphe Bouguereau

Cupido e Psiquê, por William-Adolphe Bouguereau

Menina Italiana Carregando Água, por William-Adolphe Bouguereau

Garota com duas cestas de fruta, por Adolf Ziegler

Os Quatro Elementos, por Adolf Ziegler

“A mais alta realização da arte e do gênio tem uma aparência de facilidade e leveza, e o imitador sente-se tentado a facilitar as coisas para si e trabalhar apenas nessa aparência superficial. Assim a arte gradualmente declina de sua condição elevada, tanto no todo como nos detalhes.” — Goethe


O Bêbado, por Marc Chagall, chamado pelos críticos de “a quintessência do artista judeu.”

Rabino com Torá, por Marc Chaggall

Auto-retrato, por Marc Chagall

Arquitetura Soviética


Sinagoga em Israel


Aeroporto Ben-Gurion, em Israel





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“Para Goethe, Mentor do Povo Alemão — Alemães de Chicago, 1913”


“Os homens não se conhecem uns aos outros com facilidade, ainda que ponham nisso o melhor da sua vontade e das suas intenções. Porque há sempre que contar com a má vontade que tudo distorce. Conhecer-nos-íamos melhor uns aos outros se não estivéssemos sempre a querer comparar-nos uns com os outros. Decorre daí que as pessoas fora do vulgar ficam em pior situação, porque, como as outras não chegam a poder comparar-se com elas, tornam-se alvo de demasiada atenção.” — Goethe


Busto de Nietzsche


“Passa-se com os livros uma coisa semelhante ao que sucede com um novo conhecimento que travamos com alguém. Num primeiro momento experimentamos um profundo prazer em encontrar coincidências gerais de opinião ou ao nos sentirmos tocados num aspecto importante da nossa existência. Só depois, quando o conhecimento se aprofunda, começam a surgir as diferenças. Nessa altura, o comportamento inteligente caracteriza-se pela capacidade de não retroceder imediatamente, como muitas vezes acontece na juventude, e de pelo contrário reter o que há de coincidente enquanto se vão esclarecendo mutuamente todas as diferenças, sem se pretender chegar a acordo absoluto.” — Goethe


Hitler próximo ao busto de Nietzsche, 1934 (Cortesia do Arquivo Goethe-Schiller, Weimar)


Hitler sob o monumento a Goethe & Schiller em Weimar

domingo, 21 de agosto de 2016

Saúde física, mental e espiritual



Adolf Hitler, ídolo de uma Alemanha que se viu totalmente quebrada por uma guerra injusta, armada por uma conspiração, e então recomposta por uma mão firme que não tolerava mais os conspiradores.


Josef Stalin, o Borat genocida, ídolo sanguinário dos comunas apátridas, que conspirou pela aniquilação da Rússia sob um monstro chamado União Soviética, controlado por judeus e maçons.

Winston Chuchill, o gordo mafioso da maçonaria, vendido aos sionistas, ídolo da pseudo-direita liberalóide neo-conservadora.

Franklin Delanlo Roosevelt, o desmiolado ídolo da esquerda liberal-burguesa-chique.


“Se não foi um liberal aos vinte anos, você não tem coração. Se não é um conservador aos quarenta, você não tem cérebro” — Winston Churchill


“Erro só é bom quando somos jovens. Quando envelhecemos, não convém que os arrastemos atrás de nós.” — Goethe




“Não devemos jamais nos render.” — Winston Churchill




“Todos os pensamentos sábios já foram pensados inúmeras vezes. Mas para que possamos possui-los, devemos pensá-los continuamente e com honestidade, até que estejam enraizados em nossa experiência pessoal.” — Goethe




“O crime mais condenável de Hitler foi a sua tentativa de livrar o poder econômico alemão do sistema financeiro mundial e, assim, criar seu próprio mecanismo de comércio, o que acabava com as chances de lucro do mercado mundial.” — Winston Churchill


“Pode-se facilmente julgar o caráter de um homem pelo modo como ele trata aqueles que não podem oferecer nada em troca.” — Goethe


”Um conservador é um homem com duas pernas perfeitamente boas, mas que nunca aprendeu a andar para frente.” — Franklin Roosevelt



 “Viver como se gosta é plebeu. O nobre aspira à lei e à ordem.” 
— Goethe






”Vocês precisam entender que essa guerra não é contra Hitler ou contra o Nacional-Socialismo, mas contra o forte povo alemão, que precisa ser esmagado de uma vez por todas, não importando se esse povo é governado por Hitler ou por um padre jesuíta.”
 — Winston Churchill




“O ódio é ativo. A inveja, uma aversão passiva. Há uma tênue linha entre ambos.”
 — Goethe





Stalin fumando seu cachimbo, prática que lhe rendeu uma doença inflamatória crônica nos vasos sangüíneos, agravando sua saúde já deteriorada.

”Bebo como uma esponja, não durmo quase nada e fumo um charuto atrás do outro. É por isso que estou duzentos por cento em forma.” — Churchill, reagindo à declaração de Hitler de que estava cem por cento em forma porque não fumava, não bebia e dormia bem.



“Cuide ao máximo de seu corpo. A alma só pode enxergar através desses olhos, e se eles estiverem turvos, o mundo todo parecerá embaçado.” — Goethe


O Verdadeiro Versus o Falso: A Batalha Pela Alma de Nosso Povo



“O verdadeiro e bom é simples e é sempre idêntico a si mesmo, seja qual for a forma sob a qual ocorre.” — Goethe


Benito Mussolini e Adolf Hitler, dois líderes de direita-nacionalista.


“O erro, sobre o qual recai a censura, é de uma extrema diversidade, diferente em si mesmo, em luta não apenas contra o verdadeiro e bom mas também em luta consigo mesmo, sempre em contradição consigo próprio.” — Goethe


Josef Stalin, líder de esquerda-comunista; Franklin Delano Roosevelt, líder de esquerda-liberal; e Winston Churchill, líder de direita-liberal.


“Cada vez que se liberta o espírito humano de uma hipótese que o limitava de modo desnecessário, que o forçava a ver errada ou parcialmente, a efetuar combinações errôneas, a enveredar por sofismas em vez de articular juízos rigorosos, presta-se-lhe já um importante serviço. Porque o espírito humano passa então a ver os fenômenos com maior liberdade, passa a encará-los noutras combinações, em diferentes relações, ordena-os a seu modo, e recupera a possibilidade de errar por si próprio e à sua maneira. Coisa que é inestimável, porque não tardará que, na seqüência, o espírito humano consiga descobrir os seus próprios erros.” — Goethe




Harry S. Truman (liberalismo), presidente americano que substituiu Franklin D. Roosevelt no fim da Segunda Guerra, liga num cumprimento fraterno os dois lados da dialética sionista (neoconservadorismo e comunismo).


“Na política, como no leito de morte, as pessoas viram-se de lá para cá acreditando que encontrarão uma posição mais confortável.”
 — Goethe


”Um comunista é como um crocodilo: quando ele abre a boca, não podemos saber se está tentando sorrir ou preparando-se para nos abocanhar.” — Churchill, trocando sorrisos com os maiores genocidas da Segunda Guerra Mundial.

“Nada denuncia mais o caráter de um homem do que aquilo que o faz rir.” — Goethe


Ao menos em relação a um deles, o crocodilo-mor Josef Stalin, os neocons (falsos conservadores, no Brasil liderados pelo maçom-sionista Olavo de Carvalho) admitem ter de fato cometido um genocídio maior do que o atribuído a Adolf Hitler. Desse modo, fica a grande dúvida de por que então, dentro dessa mesma lógica, seria preferível aliar-se ao sujeito que foi mais genocida... se aliás o argumento puramente pragmático que utilizam para isentar os crimes de guerra dos adversários de Hitler é que, de qualquer modo, esse teria sido mais “diabólico”, e, portanto, optar pelo outro lado seria optar pelo mal menor.

Ou será que o motivo para irem contra Hitler nada tem a ver com desejos humanitários de salvar a vida de milhões de inocentes, como o apelo sentimental de nossos tempos tanto obriga a massa a acreditar?

Vejamos então algumas declarações curiosas...

“Hitler teve sucesso na restauração da Alemanha, levando-a de volta à posição de maior potência da Europa, e ele não somente restaurou a posição de seu país, como também, em grande medida, até mesmo reverteu os resultados da Primeira Guerra Mundial. Tais feitos foram certamente os mais notáveis em toda a história do mundo.” — Winston Churchill




“Se a Grã-Bretanha tivesse sido derrotada na guerra, minha esperança seria que tivéssemos encontrado um Hitler para nos liderar e pôr de volta em nossa posição de direito entre as nações.” — Winston Churchill




“O crime mais condenável de Hitler foi a sua tentativa de livrar o poder econômico alemão do sistema financeiro mundial e, assim, criar seu próprio mecanismo de comércio, o que acabava com as chances de lucro do mercado mundial.” — Winston Churchill




“Esse movimento entre os judeus, como o que originou a Revolução Russa, não é de hoje. Desde os dias de Weishaupt (Illuminati da Baviera) até os de Karl Marx, indo para os de Trotsky (na Rússia), Bela Kuhn (na Hungria), Rosa Luxemburgo (na Alemanha) e Emma Goldman (nos Estados Unidos), essa enorme conspiração mundial para a derrocada da civilização e reconstrução da sociedade com base no encarceramento da evolução, na maldade enciumada e na igualdade impossível, tem crescido cada vez mais.

Como tão habilmente tem mostrado a Sra. Nesta Webster, esse movimento desempenhou parte na tragédia da Revolução Francesa. Ele foi a mola mestra de cada movimento subversivo durante o século XIX; e agora, finalmente, essa horda de personalidades fora do comum tem agarrado o povo russo pelos cabelos e, assim, se tornou praticamente os incontestáveis dirigentes desse enorme império.

Não é preciso exagerar acerca da parte desempenhada por esses judeus internacionais (em sua maioria ateus) na criação do bolchevismo e no atual levante da Revolução Russa. Ela é certamente grande e provavelmente maior do que todas as outras.

A maioria das figuras de liderança são judeus. Ademais, a principal inspiração e força dirigente vêm dos líderes judeus. Nas instituições soviéticas, a predominância judaica é ainda mais chocante; e a parte de destaque, se não de fato exclusiva, do sistema de terrorismo aplicado pelas Comissões de Combate Contra-Revolucionário tem sido tomada por judeus.

A mesma proeminência maligna foi obtida por judeus em um breve período de terror em que Bela Kuhn reinou sobre a Hungria. O mesmo fenômeno esteve presente na Alemanha, tanto quanto se permitiu que essa loucura depredasse o temporariamente prostrado povo alemão.

A parte desempenhada por judeus em proporção ao número deles na população é assombrosa. O fato de que em muitos casos os interesses judaicos e os locais de culto judaico são isentados, pelos bolcheviques, de suas hostilidades universais, tem aumentado mais a associação da raça judaica com as vilanias que agora são perpetradas. Trotsky (de nome real Lev Bronstein) esquematizou um Estado comunista mundial sob a dominação judaica.”

— Winston Churchill, em ‘Sionismo Versus Bolchevismo: A Batalha Pela Alma do Povo Judeu’




“Entre o momento em que Churchill escreveu ‘Sionismo Versus Bolchevismo’ e o momento em que foi escolhido para ser o principal instrumento de realização dos objetivos judaicos na Grã-Bretanha, ele obviamente foi submetido a uma enorme mudança de opinião. Eu creio que um dia ele se viu confrontado por um dos grandes magnatas judeus das finanças internacionais que, sem rodeio, disse-lhe que se ele voltasse a fazer declarações sobre os judeus nesses termos depreciativos, ele seria liqüidado; mas que, se ele se provasse um de seus homens, então eles o fariam uma das maiores figuras do mundo moderno, e seu nome um dos mais ilustres da história. Diante disso, ele se submeteu. 

A partir de então ele era uma ferramenta sionista. Alinhado a tudo isso está o conhecido fato de que Churchill veio para os EUA no início dos anos trinta e foi um convidado de Baruch, em Nova York. Naquela época, ele estava fora de seu ofício, e ficou aqui por algum tempo. Além disso, a propriedade de sua casa na Inglaterra estava à venda, o que sugere que ele se encontrava numa situação financeira bastante embaraçosa. Mas quando ele retornou à Inglaterra, sua propriedade foi retirada da praça e ele se juntou à cruzada mundial dos judeus pela destruição da Alemanha.”

 — William Gayley Simpson (‘Wich Way Western Man?’ - page 1013)




Winston Churchill com Bernard Baruch, magnata judeu das finanças internacionais.


“Dinheiro perdido, alguma coisa perdida. Honra perdida, muita coisa perdida. Coragem perdida, tudo perdido.” — Goethe