segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Blood & Money




“Dinheiro é o deus de nossos tempos, e Rothschild o seu profeta.”
— Heinrich Heine





“Mayer Amschel Bauer, nascido em Frankfurt (Alemanha), em 1744, era um agiota judeu. Na porta de seu estabelecimento havia um letreiro com um hexagrama vermelho. Eventualmente, ele mudou seu nome para Mayer Amschel Rothschild, que em alemão significa ‘Escudo Vermelho’. Rothschild logo percebeu que emprestar dinheiro para governos e reis era muito mais lucrativo do que emprestar dinheiro para agentes privados. Não só eram maiores os empréstimos, como também esses estavam assegurados pelos impostos da nação. Rothschild possuía cinco filhos; esses foram treinados em habilidades financeiras e enviados para as principais capitais da Europa a fim de expandirem os negócios bancários da família.”




David Ben-Gurion, o Sionista-Socialista fundador de Israel, com Edmond de Rothschild, membro da mais influente família de judeus banqueiros da Europa.




“Todo este universo judaico, que compreende uma única seita de exploradores, um tipo de povo sanguessuga, uma espécie de organismo coletivo parasitário e destrutivo, que se estende para além das fronteiras das nações, assim como das ideologias; este universo judaico está agora, pelo menos em sua maior parte, à disposição de Marx, por um lado, e de Rothschild, por outro. Isso talvez pareça estranho. O que poderia haver em comum entre um socialista e um líder bancário? O ponto é que o socialismo marxista exige um tipo de Estado fortemente centralizado. E onde há essa centralização estatal, deve haver necessariamente um banco central, e onde isso existe, lá encontraremos a nação judaica, especulando em cima do trabalho da população.”
— Mikhail Bakunin










✯✯✯✯✯





“A era messiânica é a época presente, que começou a germinar com os ensinamentos de Espinosa [filósofo judeu] e finalmente teve sua existência histórica com a grande Revolução Francesa.
— Moisés Hess, profeta do sionismo


Espinosa e Marx (jovem)


“A Revolução Francesa deu origem às idéias que nos levariam para além daquelas que formavam a base da antiga ordem do mundo. O movimento revolucionário que se iniciou em 1789 deu origem à idéia comunista, que Buonarroti, amigo de Babeuf, reintroduziu na França após a revolução de 1830. Essa idéia, desenvolvida de forma consistente, é a idéia da Nova Ordem Mundial.
— Karl Marx, judeu comunista




“Ainda que os terroristas seguissem fielmente os planos passados a eles pelos Illuminati [sociedade secreta fundada pelo maçom Adam Weishaupt, em 1776], aparentemente eles não foram iniciados nos segredos mais íntimos da conspiração. Por trás da Convenção, por trás dos Clubes, por trás do Tribunal Revolucionário, havia uma ‘convenção secretíssima’ que dirigiu e controlou tudo após o 31 de Maio, um poder oculto e terrível do qual as outras convenções tornaram-se subservientes, e que era composto pelos mais altos iniciados do Iluminismo [doutrina seguida pelos illuminati/maçons]. Esse poder estava acima de Robespierre e dos comitês do governo. Foi esse poder oculto que se apropriou dos tesouros da nação e os redistribuiu entre os irmãos e companheiros que contribuíram para a grande obra.”
— Lombard de Langres Vincent (autor de ‘Histoire des Jacobins depuis 1789 jusqu'à ce jour’ e ‘l'Histoire des sociétés secrètes’)






“A grande força de nossa ordem [Illuminati] está em dissimular e fazer com que ela jamais se apresente, em qualquer lugar que seja, utilizando seu próprio nome, mas um outro nome e sob uma outra atividade. Nenhum é mais apropriado do que Maçonaria. O público já está acostumado com ela, não espera muito dela e, portanto, quase não percebe o que ela faz.”
— Adam Weishaupt (‘Proofs of a Conspiracy’, John Robinson, 1798, p.112)




“Nas comunas locais [durante o período do Terror Revolucionário], grupos de indivíduos, especialmente jacobinos selvagens que não haviam sido iniciados nos altos cargos, por vezes invadiam sinagogas e destruíam livros judaicos. Mas foi somente em 1794 que a lógica ateísta-revolucionária finalmente passou a intimar os líderes, forçando-os a tomarem o posicionamento de aniquilar não somente o catolicismo, mas também o judaísmo. Precisamente nesse ponto, entretanto, os judeus foram salvos pelo fim do regime revolucionário. Robespierre caiu e foi executado. Os elementos moderados [da Revolução] tiveram sucesso. A questão sobre o banimento dos judeus desapareceu completamente, enquanto a nova Constituição da República garantiu-lhes direitos iguais.”
— Lev Tikhomirov







“E quanto aos judeus, que desde a emancipação de seu secto têm se colocado em toda parte, ao menos através de seus eminentes representantes, na liderança da contra-revolução... o que esperar deles?”
— Karl Marx, cripto-judeu disfarçado de ateu, representante da esquerda comunista, a contraparte “revolucionária” da conspiração judaico-maçônica (que, por vezes, é usada dentro desse esquema como bode expiatório “anti-semita”, mas apenas de forma estratégica à causa judaica, já que no fundo também está ela sempre intimamente ligada aos próprios judeus que supostamente odeia... e isso veremos mais para frente no especial caso de Karl Marx)






“A Revolução Francesa de que o marxismo e o leninismo são caudatários é a jacobina, cujo governo, entre 1792 e 1795, não por acaso, ficou conhecido como Terror. As conquistas ditas humanistas ou modernas, especialmente os valores da tolerância, de matriz francesa, são uma herança girondina, mais identificada com o que se convencionou chamar, ao longo da história, de ‘direita.’”
— Tucanaldo Azevedo, cripto-judeu disfarçado de católico, representante da “direita liberal”, a contraparte “reacionária” da conspiração judaico-maçônica







“No fim das contas, os judeus tiveram um momento glorioso na França, coroada pelo fato de ter sido a primeira nação da Europa a conferir plenos direitos civis e políticos aos judeus, o que ocorreu durante a Revolução, em 28 de Setembro de 1791. Assim, a França inaugurava uma nova era na história judaica. De fato, ela trouxe, com isso, o renascimento moderno dos judeus, a completa entrada dos judeus na vida moderna. E não foi devido ao acaso que houve essa liderança francesa na emancipação dos judeus. Isso se deu como parte de um espírito liberal que encontrou variadas expressões na França, e que não podia ignorar os judeus e o maltrato que eles sofriam por toda a Europa.”
Rabino H. G. Enelow (‘Os Países Aliados e os Judeus’)





“Ao longo dos dois anos que precederam o debate crucial de 27 de Setembro de 1791, quatorze tentativas foram feitas no sentido de conferir igualdade civil aos judeus, e trinta e cinco grandes discursos realizados por diversos oradores, entre os quais Mirabeau, Robespierre, Abbé Grégoire, Abbé Sièyes, Camille, Desmoulins, Vernier, Barnave, Lameth, Duport, entre outros.”
— General Nechvolodov





“Agora, há uma observação singular a ser feita: todos os nomes que figuravam na tabela de votação como tendo optado pelo favorecimento aos judeus encontram-se, também, nas listas de membros da maçonaria. Não é essa coincidência uma prova de que havia uma ordem lançada pelas lojas [clubes maçônicos] de Paris no sentido de favorecer a emancipação dos judeus?”
— Abbé Lemann










“A maçonaria é um empreendimento judaico, cuja história, sistema de graduação e de nomeação oficiais, códigos secretos e interpretação são, do começo ao fim, judaicos.”
Rabino Isaac Wise












“A maçonaria é baseada no judaísmo. Retire os ensinamentos judaicos do rito maçônico... e o que resta?”
— Jornal ‘The Jewish Tribune’, 1927







“Mussolini aniquilou [na Itália] o comunismo e a maçonaria. Assim, implicitamente, ele também declarou guerra aos judeus.”
— Cornelius Zelea Codreanu





“Por fim, a influência judaica na economia cresce, de maneira espantosamente rápida, através da especulação financeira nas bolsas de valores. O judeu torna-se, assim, o proprietário, ou ao menos o controlador indireto, de toda a força de trabalho da nação.

Precisando ainda solidificar sua posição política, ele tenta, então, aniquilar todas as barreiras de raça e de cidadania que ainda o impedem de avançar [de maneira aberta em nossa sociedade]. Para essa finalidade, ele clama, com toda sua típica insistência, por “tolerância”; e na maçonaria, que caiu inteiramente sob seu domínio, o judeu encontra uma excelente ferramenta para atingir seu objetivo. Os círculos governamentais e as altas esferas burguesas, sejam do sistema político ou do sistema financeiro, são conduzidos a essas teias pelos fios invisíveis da maçonaria, e jamais suspeitam o que está acontecendo por trás dos bastidores.


Apenas os círculos mais profundos e mais amplos da sociedade, ou seja, os grupos que estão começando a despertar e lutar por seus direitos e por liberdade, não podem ser suficientemente capturados por esse método. Para o judeu, no entanto, isso é o mais indispensável que qualquer outra coisa; pois ele compreende que a solidificação de seu domínio só será possível caso apareça alguém à sua frente para abrir seu caminho; e esse alguém ele acredita que pode encontrar entre os burgueses, nos círculos mais amplos. Pois os trabalhadores simples não podem ser capturados pelas finas teias da maçonaria. Não. Para esse objetivo, medidas mais ásperas (porém não menos drásticas) precisam ser empregadas. É assim que a maçonaria é de novo usada para que o judeu tenha acesso a uma segunda arma a seu serviço: a imprensa. Com toda sua insistência e astúcia [isto é, os métodos de aliciamento maçônico], ele toma agora posse da imprensa. Com seu auxílio, ele gradualmente passa a controlar toda a sociedade, uma vez que já está em posição de produzir e dirigir todo esse grande poder que hoje conhecemos sob o nome de ‘opinião pública’.”
— Adolf Hitler, em ‘Minha Luta’



“Ao controlar todas as fontes de notícias do mundo, os judeus conseguem sempre condicionar a mente das pessoas para o seu próximo passo. A grande revelação que está para ser feita é sobre a forma como as notícias são preparadas e sobre a maneira como a mente da nação inteira é moldada para um determinado objetivo. Quando os judeus poderosos são ao menos apontados e suas ações reveladas, então surge de prontidão toda a choradeira a respeito da perseguição contra eles, e isso ecoa em toda a imprensa mundial. A verdadeira causa da perseguição — que é a opressão contra o povo, feita pelas práticas financeiras dos judeus — nunca vêm à tona em público.”
— Henry Ford, 1920



✯✯✯✯✯


“Para essa próxima forma de culto, apenas o judaísmo detém a chave. Essa é a ‘religião do futuro’ com a qual sonharam os filósofos do século XVIII e seus seguidores.”
— Moisés Hess














































  


















































“Não há lugar na Europa moderna para Estados etnicamente homogêneos. Essa é uma idéia do século XIX e estamos tentando fazer uma transição para o século XXI, e nós faremos isso através de estados multi-étnicos.”
— Wesley Clark, General dos Estados Unidos e Comandante Supremo da OTAN, em 24 de Abril de 1999, dia em que a OTAN começou a bombardear a hoje esfacelada Juguslávia; seu pai era Benjamin Jacob Kanne


“Eu acho que há um ressurgimento do anti-semitismo porque, até esse momento, a Europa ainda não aprendeu a ser multicultural. E eu acho que nós seremos os disparos iniciais dessa transformação. A Europa não será mais aquela sociedade monolítica que ela foi nos últimos séculos. Os judeus estarão no centro desse processo. Essa é uma grande transformação que deverá ocorrer na Europa. Ela está caminhando para uma forma multicultural e os judeus serão perseguidos por conta de seu papel de liderança nesse processo.”
— Barbara Lerner Spectre, fundadora da Paideia, Fundo Europeu Judaico na Suécia

























 





“Quando os cristãos descobrirem que os auto-intitulados ‘escolhidos’ gastam milhões de dólares na fabricação do ‘mito judaico’, para que os cristãos consumam esse mito, e que eles têm feito isso visando apenas vantagens econômicas e políticas, então vocês verão uma tremenda explosão contra os judeus. Líderes judeus estão preocupados com essa situação, pois já a percebem vindo pela frente.”
— Benjamin H. Freedman






“Eu não creio que o Estado Judeu e o Sionismo teriam sido possíveis sem o Cristianismo Sionista. Nós valorizamos nossos amigos, nunca os esqueceremos, e nós achamos que eles nos ajudaram a estabelecer aqui um poderoso memorial para a nossa amizade e ideais comuns.”
— Benjamin Netanyahu (28 de Agosto de 2012)





✯✯✯✯✯






“Qual a base secular do judaísmo? Egoísmo. Qual a religião mundana do judeu? Trambique. Qual o seu deus mundano? Dinheiro.”
— Karl Marx, em ‘Sobre A Questão Judaica’


“Segundo David McLellan e Francis Wheen, os leitores devem entender o ensaio ‘Sobre A Questão Judaica’ no contexto do debate que Marx travava com Bruno Bauer, autor de ‘A Questão Judaica’, em relação à emancipação dos judeus na Alemanha. Wheen afirma: ‘Aqueles que criticam Marx, o vendo como um precursor de Hitler, ignoram um ponto essencial da discussão: a despeito do vocabulário chulo e dos estereótipos grosseiros, o ensaio de Marx foi de fato escrito como uma defesa dos judeus. Era uma réplica a Bruno Bauer, que havia inferido que os judeus não deviam ter suas liberdades e direitos civis garantidos a menos que fossem batizados como cristãos.’”
— Nota de ‘Sobre a Questão Judaica’ (Essays by Karl Marx: Including: A Criticism of The Hegelian Philosophy of Right, On The Jewish Question, On The King of Prussia and Social Reform, Moralizing Criticism and Critical Morality)


“Isaac Deutscher compara Marx a Elisha ben Abuyah, Espinosa, Henrich Heine, Rosa Luxemburgo, Leon Trotsky e Sigmund Freud, os quais ele considera como heréticos que transcendem o judaísmo e, ainda assim, se mantêm ligados à tradição judaica. De acordo com Deutscher, a idéia de Marx de uma ‘sociedade sem classes e sem Estado’, expressa em seu ensaio, é uma idéia tão universal quanto a ética e o deus de Espinosa.”
 — Mensagem do Judeu Não-Judeu, em American Socialist, 1958


“Entristecido com a notícia da morte de Marx, o Comandante Rüs foi a Londres para visitar a casa onde vivera seu admirado professor. A família mudara-se. A única pessoa que ele pôde entrevistar foi a antiga criada de Marx, Helene Demuth. A respeito de Marx, ela disse estas espantosas palavras: ‘Ele era um homem temente a Deus. Quando estava muito doente, orava sozinho no seu quarto diante de uma fileira de velas acesas, atando a fronte com uma espécie de fita métrica.’ A criada referia-se ao filactério, acessório usado pelos judeus ortodoxos em suas preces matinais. Porém Marx havia sido batizado na religião cristã, jamais praticara o judaísmo, e depois se tornaria um opositor de Deus. Ele escreveu livros contra a religião e criou todos os seus filhos como ateus. O que era essa cerimônia que uma empregada ignorante considerou como uma ocasião de oração? Judeus, ao proferir suas preces com os filactérios em suas testas, geralmente não têm uma fileira de velas diante de si. Poderia ser isso alguma prática de magia?”
— Richard Wurmbrand (‘Era Karl Marx um Satanista?’)


Quem leu este panfleto ‘Era Karl Marx um Satanista?’ deve ter notado que, além do texto ser da mais baixa qualidade literária, seu nível de argumentação consiste quase que unicamente em associações vagas e calúnias mal disfarçadas.

Mesmo eu sendo um ferrenho crítico de Marx, pude logo reconhecer que a obra não passava de mera propaganda difamatória, e que, assim, jamais poderia ser usada como argumento anti-marxista. O estilo da prosa, aliás, me pareceu muito característica dos judeus, com toda aquela pseudo-análise psicológica que tenta achar as motivações de um indivíduo em traumas e complexos de sua infância (estilo esse transformado em gênero literário pelo judeu Freud). Desse modo, o pensamento de Marx, na narrativa venenosa de Richard Wurmbrand, só poderia ter brotado de uma atitude de rebeldia infantil que o levou ao “satanismo” — ou seja, uma besteira sem tamanho, extremamente ofensiva para quem, com seriedade, deseja estudar a teoria econômica (e sociológica) de Marx, seja para defendê-la ou refutá-la com propriedade.

Então, uma suspeita minha converteu-se em revelação: por fim, descobri que Richard Wurmbrand era de fato um judeu (disfarçado de cristão, como é de costume dessa raça); tal descoberta, por sua vez, me levou ao seguinte texto, que de certo modo desmascara o patife. O detalhe interessante é que esse texto encontra-se em um site esquerdista de defesa dos judeus (no caso, o autor direciona seus argumentos contra o “católico” Wurmbrand e a favor do judeu Marx, que segundo ele estava sendo injustamente acusado de satanismo):


“O desespero de Wurmbrand, assim como sua falta de argumento, tornam-se ainda mais hilários quando ele passa a citar de forma errada a afirmação de Rüs, de que ele conheceu Helene Demuth (a empregada de Jenny von Westphalen e, ocasionalmente, objeto da atenção de Marx quando sua esposa estava ausente) no início do século XX, em Londres, e que ela lhe havia dito que Marx acreditava em Deus. 

Wurmbrand, de forma consciente, alterou o que Rüs registrou acerca das palavras de Demuth. O livro de Rüs de fato diz o seguinte: ‘Oferecendo mais um xelim, perguntei à senhora Demuth a respeito das inclinações religiosas de Marx. Ela disse que ele era um homem temente a Deus e que, freqüentemente, aos sábados, costumava ir a um templo judaico na área de Maidenhead, em Londres. Por vezes, quando suas doenças o afligiam de forma muita severa, ele (usando as exatas palavras da senhora Demuth) ‘orava sozinho em seu quarto, diante de uma fileira de velas acesas, atando a fronte com uma espécie de fita métrica.’ 

Quando comparamos a citação fornecida por Wurmbrand com a citação verdadeira, lado a lado, nós podemos ver que Wurmbrand está deliberadamente enganando seus leitores a respeito da citação de Rüs sobre o relato de Helene Demuth. Sim, ele cita suas palavras, mas omite o esclarecimento vital sobre o que Rüs registra.

Em seu desespero para argumentar que Marx era um satanista, Wurmbrand simplesmente remove o fato de que Rüs está citando o trecho ‘orava sozinho em seu quarto diante de uma fileira de velas acesas’ no contexto da sugestão de que Marx freqüentava uma sinagoga em Maidenhead. Essa omissão permite que Wurmbrand afirme que Demuth não estava sugerindo que Marx era um adepto do judaísmo, mas que poderia ser um ‘praticante de magia’ e, portanto, um satanista.

Wurmbrand está conscientemente suprimindo o fato de que Demuth, de acordo com Rüs, estava querendo dizer que Marx era um praticante do judaísmo. Isso também pode ser visto algumas páginas antes [do livro de Rüs], quando ele nos diz:

‘Longe de ser derrotado em minha auto-imposta missão de prestar homenagem a Marx, eu procurei pelo seu último lugar de repouso. Eu o encontrei nos subúrbios de Londres, numa colina deserta de Highgate. Ninguém na região havia ouvido falar de Marx.  Ainda assim, entre outras lápides do cemitério, encontrei uma lápide de pedra, rachada, caída no chão, coberta de musgo. O epitáfio dizia: Karl Marx, 1818-1883. Acima do nome, pouco visível, havia uma estrela de seis pontas, a estrela de Davi, cinzenta e mutilada, na lápide de pedra. Era evidente que alguém tentara apagar a impressão da estrela. Havia outras estrelas de Davi em tumbas próximas.’

Isso deixa poucas dúvidas de que a obra de Rüs, citada por Wurmbrand, implica que Marx era um praticante do judaísmo e de forma alguma um satanista, como Wurmbrand tenta argumentar. Não há outra explicação, pois Wurmbrand sistematicamente suprime as partes da argumentação de Rüs que contrariam as suas próprias; portanto, ele engana seus leitores.”
— Karl Radl, do blog ‘Controvérsias Semíticas’




Tumba de LeRue Marx, químico da Lucky Heart Company, enterrado junto com sua esposa Rebecca Epstein Marx — um exemplar parecido com o túmulo original de Karl Marx, em Londres.


Assim podemos ver que Richard Wurmbrand tinha como único objetivo — executado de maneira subliminar e rasteira, como é típico dessa raça — atribuir a “origem espiritual” das idéias de Marx ao “satanismo”, com isso tentando isentar o judaísmo da mórbida ligação que ele de fato possui com o comunismo (o socialismo marxista). Dessa forma, somos induzidos a pensar que o judaísmo nada teria de relação com a maior desgraça do último século, e que o povo judaico seria até mesmo uma antípoda natural do marxismo (apesar do notório fato de Marx ser um judeu).

Nisto consiste uma das principais táticas de manipulação judaica: estabelecer esses jogos de associação, em que todos os males do universo são apontados como tendo sua origem em outros povos e tradições (russos, asiáticos, árabes, germânicos, gregos, persas, romanos, católicos, luteranos, “satanistas”), enquanto os próprios judeus são sempre isentados de todas essas relações e pintados apenas como os santinhos, coitadinhos, pobres vítimas do mundo inteiro — como se o desdobramento lógico da atuação de um grupo, mesmo que de forma muito indireta, só fosse possível no caso dessas relações serem estabelecidas com outros grupos, jamais com os judeus  (apesar da notável concentração desproporcional de judeus em quase todos os movimentos subversivos do mundo ocidental).


Afinal, jogar com o ódio a outros grupos e a compaixão aos judeus é só do que se trata o proceder judaico. Dessa forma, as pessoas passam a ser, constantemente, induzidas, por um lado, a odiarem outros povos e  tradições, e, por outro, a fazerem vistas grossas a todas as canalhices judaicas, devido a este grande medo de serem enquadradas como “anti-semitas”, “perseguidoras”, “genocidas” e terem suas vidas arruinadas em meios profissionais e até pessoais.


“Não raras foram as vezes em que me pareceu que alguma eminente figura do neoconservadorismo  tomou Tel Aviv como a capital dos Estados Unidos.
— Russel Kirk, legítimo conservador americano, crítico do chamado ‘neoconservadorismo’, vertente pseudo-conservadora infiltrada por judeus nos EUA


Por isso, os neocons — o disfarce de que os judeus se utilizam para se infiltrarem entre os conservadores — estão constantemente tentando associar Marx a sua nacionalidade alemã, ou ao seu suposto anti-semitismo (tentando-se com isso demonstrar uma surreal afinidade entre comunismo e nazismo), ou à sua adesão ao cristianismo luterano quando jovem, ou simplesmente a algum satanismo maluco (de origem européia, evidentemente); ou seja, tentando associar Marx a tudo, menos ao seu próprio judaísmo! Isso quando o judaísmo é que, no fim das contas, constituía o verdadeiro pano fundo das origens de Marx, sendo seu pai um judeu “convertido” ao luteranismo, e sendo que o próprio mantinha práticas secretas de judaísmo, como mostram  os verdadeiros escritos do Comandante Rüs (escamoteados pelo judeu Richard Wurmbrand).


O êxito dessa tática de manipulação judaica chegou a um tal ponto que a sensibilidade para com os judeus tende, hoje, a provocar a maior incitação popular, com reações pavlovianas da mais extrema e imediata histeria coletiva. Enquanto isso, a crítica mais feroz e constante, o escárnio mais sujo e cruel, e até mesmo a mas plena vociferação contra outros povos e doutrinas (russos, chineses, árabes, germânicos, portugueses, católicos, protestantes, muçulmanos) sequer é notado em público, como se a hostilidade e desconfiança a esses grupos já tivesse se tornado algo muito natural, involuntário, semi-consciente. Dessa forma, generalizar árabes por conta da atuação de grupos radicais tornou-se algo muito natural (ainda que boa parte dos piores grupos terroristas da atualidade, como o ISIS, sejam crias de Israel em parceria com os EUA, e visem atacar principalmente países como Irã, Iraque e Síria... ou seja, os inimigos de Israel!). Generalizar chineses por conta do governo comunista da China, idem. Associar Roma (e também a Babilônia, o Egito, a Pérsia, e tantos outros reinos e impérios antigos, inimigos da Israel bíblica) à idéia de civilizações baseadas somente em luxúria e truculência, se tornou algo muito comum no imaginário popular, reproduzido constantemente na mídia, em discursos religiosos, no cinema, em documentários fraudulentos etc. Associar italianos (os descendentes mais próximos dos romanos) a mafiosos, comedores de espaguete e outras bobagens caricatas, idem.  E — o mais maluco de tudo isso — generalizar os russos por conta da SUSPEITA de que a Rússia ainda manteria os mesmos planos da antiga União Soviética, se transformou de repente em algo não só natural, mas desejável e até incentivado diariamente na mídia, numa espécie de doutrinação de “Jihad” neocon JUDAICO-cristã contra os russos. Isso vemos constantemente nos noticiários, através de ataques totalmente desleais ao atual presidente russo Vladimir Putin (o mais próximo que há de um governante nacionalista, anti-globalista, que se tem hoje numa potência mundial), sempre pintado como monstro e, principalmente entre os neocons, como uma espécie de novo Stalin.


“A União Soviética foi um fracasso e na visão de Putin os comunistas arruinaram o Império Russo através da União Soviética. Não é algo que se deveria repetir.

— Michael Stuermer, historiador alemão e autor do livro ‘Putin e o Despertar da Rússia’


Mas ora... ainda que o mal estivesse concentrado apenas em um pequeno grupo específico de gente infiltrada entre russos, chineses ou árabes, por que então a hostilidade se faz sempre de forma generalizada contra esses povos (com milhares de artigos tentando-se demonstrar a origem do “mal” do povo russo, germânico, chinês, árabe etc. em sua própria cultura original, “pagã”, “bárbara”, “orgulhosa”)? E por que, apesar de agirem da mesma maneira que os chamados "racistas preconceituosos", esses que estão constantemente se referindo de forma pejorativa aos russos, chineses, árabes, germânicos etc., estranham tanto que a hostilidade aos judeus se dê pela mesma razão, ou seja, pela percepção de que o mal de um povo tem de fato origem em sua própria cultura original e ressoa por toda sua população?


Essa é uma pergunta que Moisés Hess, o judeu profeta do sionismo, já havia respondido:

“A luta de raças constitui a luta primordial.”

A questão é somente saber isto: você, como um não-judeu (pertencente a qualquer outra raça, provavelmente alguma que é constantemente vilipendiada pela mídia judaica), lutará a favor de seu próprio povo, de sua própria raça? Ou lutará a favor dos judeus, prestando-lhes devoção constante, como um cão servil? Você terá orgulho de seu próprio povo, de sua própria raça, ou continuará engolindo essa palhaçada de que os “escolhidos por deus” são os judeus, um povo estrangeiro que nada tem a ver com a história de seu  próprio povo?

Essa pode parecer até uma pergunta elementar para quem já compreendeu o jogo e não deseja mais servir de escravo. No entanto, os judeus já monopolizaram esse tipo de conhecimento para si, de modo que raramente vemos pessoas com disposição para tomar uma atitude honrada e corajosa em relação a isso, ou mesmo para questionar e sair da inércia covarde em que se encontra a população, para então se colocar a favor de seu próprio povo, recusando servir de escravo aos judeus.

Assim, vemos sempre inviabilizadas todas as discussões a respeito desse assunto, que apesar de ser o mais importante de todos, acabou se transformando no maior tabu de nossa sociedade (exceto para os judeus em suas reuniões particulares); tudo isso enquanto os povos que já foram dominados pelos judeus se sacrificam pelos mesmos, tendo seus cérebros lavados por igrejinhas evangélicas que lhes ensinam a idolatrar o “povo escolhido” (obviamente os judeus, os “filhinhos de Israel”), ou enquanto suas atenções são levadas para questões sem nenhuma relevância... como "luta de classes", no caso dos comunistas; ou a idolatria ao deus mercado, no caso de liberais e anarco-capitalistas; ou a necessidade de proteger uma terra desértica do Oriente Médio, no caso de cristãos baitolas e neocons baba-ovos de Israel.


O mais fundamental, para os judeus, é que todos os grupos briguem entre si por picuínhas e questões ilusórias e mal formuladas (dentro de falsas dicotomias, sejam em assuntos políticos, econômicos, espirituais etc.), pois assim eles conseguem avançar sua agenda racial com o caminho completamente livre.


Essa é, de certo modo, a razão para que os judeus tenham como principais inimigos, hoje, a China “comunista”... que, apesar do rótulo de comunista que ela carrega, sabe muito bem que essa bandeira representa apenas uma ilusão de uma falsa dicotomia (afinal a  China também é capitalista), e por isso faz uma luta muito mais baseada na defesa de seu próprio povo chinês (e não é difícil constatarmos a hegemonia racial dos chineses). O mesmo se aplica aos muçulmanos, que também lutam, sob o disfarce da religião islâmica, pela raça árabe. E, em menor grau de fanatismo, contudo potencialmente mais poderoso (e por isso considerado o inimigo em atuação mais perigoso para os judeus), a Rússia, que, sob a bandeira nacionalista, faz a defesa de seu próprio povo russo e raça eslava.


No geral, todos os conflitos reduzem-se, em última instância, a guerras civilizacionais entre povos e raças. Grandes dirigentes de nações sabem perfeitamente disso, embora não alardeiem em público a fim de não incitar turbulências sociais e crises diplomáticas. Moisés Hess, o pai do sionismo, assim como os judeus de modo geral, sabem muito bem disso, e por essa razão eles conduzem sua luta (hoje, também de forma discreta e meio dissimulada) inteiramente baseada na defesa de seu povo, de sua raça “hebréia”.


Adolf Hitler, por expressar esse espírito de luta racial da forma mais veemente e sincera possível, tornou-se o símbolo máximo de tudo que é mais perigoso para os judeus; pois esse espírito despertaria o grande potencial... não dos chineses, não dos árabes, não meramente dos russos: mas de toda a raça ariana, com um poder infinitamente maior que todos seus outros adversários.


Essa é a razão para que a mídia, e aliás toda a superestrutura judaica infiltrada em nossa sociedade, invista muito mais energia para calar um homem que morreu há mais de meio século, no fim da Segunda Guerra, do que para calar seus próprios adversários vivos em guerras atuais. É por essa razão que não se passa um mísero dia sem que ocorra um gigantesco esforço para manter Hitler sob aquela desgastada imagem de "maior vilão de todos os tempos"... é por essa razão que filmes, livros, revistas, matérias, documentários, paródias, gibis, tirinhas, citações e comentários são diariamente, e insistentemente, produzidos aos milhares, por toda a mídia, por todo o sistema de educação, por todos os antros de nossa sociedade, tratando apenas deste único tópico: “Hitler, o maior vilão de todos os tempos”.

É porque Hitler representa o adversário mais temido dos judeus na luta de raças, que eles sabem que É A MAIS REAL E DETERMINANTE. É porque eles morrem de medo de que seus adversários tomem parte de forma consciente nessa luta (como os judeus estão conscientes). Pois se os arianos, na inércia do sonambolismo civilizacional em que se encontram, ainda conseguem conter esses parasitas altamente conscientes da luta racial, e só após muito tempo ainda poderiam ser completamente derrotados e consumidos por essas víboras, é de se imaginar o que aconteceria caso os arianos, ao menos em sua maioria — isto é, não só os germânicos, mas especialmente nós euro-latinos, de uma poderosíssima tradição adormecida —, despertassem para essa consciência racial (assim como os judeus estão despertos) e decidissem reagir à essa maligna agenda judaica de dominação de nossa sociedade.



✯✯✯✯✯



“O comunismo é o destino da humanidade. Existe somente uma obra de sociologia, e ela é ‘O Capital’, de Karl Marx. Somente um judeu poderia ter escrito tal obra. Os judeus são o melhor e mais educado povo da Terra. Os judeus têm o direito de se tornarem senhores do resto da humanidade e de serem os governantes do mundo inteiro. (...) Os judeus tornar-se-ão os governantes do mundo inteiro, senhores de todas as nações, não através do poder econômico, não através da força bruta, mas através da luz, do conhecimento, do entendimento, do humanismo, da paz, da justiça e do progresso.”
Rabino Harry Waton (‘Um Programa para os Judeus e a Humanidade’, 1939)









“Pois consumirás a todos os povos que o Senhor teu Deus te der; os teus olhos não os poupará.”
— Deuteronômio VII, 16





“A Palestina pertence aos árabes da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses ou a França pertence aos franceses. É errado e inumano querer impor os judeus sobre os árabes.”
— Mahatma Gandhi, líder da independência indiana do domínio do Império Britânico


“A Índia não é uma nação, mas tão-somente um termo geográfico.”
— Winston Churchill, lacaio dos judeus que se vendeu ao sionismo e entregou a Palestina aos judeus em troca de apoio político


“Eu odeio os indianos. Eles são um povo bestial com uma religião bestial.”
— Winston Churchill






“Porque povo santo és ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, para que lhe fosses o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra”
— Deuteronômio VII, 6


“Vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.”
— Êxodo 19




“Judaísmo é comunismo, internacionalismo, a irmandade universal do homem, a emancipação da classe trabalhadora e da sociedade humana. É com essa arma espiritual que os judeus conquistarão o mundo e a raça humana.”
Rabino Harry Waton




“Os cristãos imaginam o futuro melhor para a humanidade na imagem de um paraíso celestial. Nós, por outro lado, teremos esse paraíso na Terra.”
— Moisés Hess



✯✯✯✯✯



Bernard Lazare, escritor judeu, converteu-se ao cristianismo e tornou-se um crítico do sionismo. Ele afirmou:

“Os dirigentes da União Soviética são políticos judeus e eles estão aplicando ao mundo a doutrina de Karl Marx, que era um claro e lúcido praticante do Talmude [livro de doutrina judaica], repleto daquele velho materialismo hebreu que sempre sonhou com um paraíso na Terra e sempre rejeitou a esperança de redenção após a morte.” 


David R. Francis, embaixador dos EUA na Rússia, em 1918 escreveu o seguinte comunicado para Washington:

“Os líderes bolcheviques daqui, a maioria dos quais são judeus, sendo noventa porcento deles regressados de exílios, não se importam com a Rússia ou com qualquer outro país, mas são internacionalistas e estão tentando iniciar uma revolução social em escala global.”


Aleksandr Solzhenitsyn, célebre escritor russo, alertou-nos:

“Vocês precisam entender isto: os líderes bolcheviques que tomaram o poder na Rússia não são russos. Eles odeiam os russos. Eles odeiam os cristãos. Motivados por ódio racial, eles torturaram e massacraram milhões de russos sem o menor pendor de remorso. Isso não é exagero. Os bolcheviques cometeram o maior massacre humano. A razão pela qual a maior parte do mundo é ignorante e indiferente a respeito desse enorme crime é a prova de que a mídia global está nas mãos de seus perpetradores.


Vladimir Lênin e Leon Trotsky, arquitetos da Revolução Russa e da URSS. Ambos judeus.


“Não se pode dizer que todos os judeus sejam bolcheviques. Mas, se não fosse pelos judeus, jamais teria havido bolchevismo. E nada é mais ofensivo para um judeu do que a verdade. Os sangüinários terroristas judeus mataram pelo menos sessenta e seis milhões de russos entre 1918 e 1957.”
— Aleksandr Solzhenitsyn


Principais peças de liderança da URSS — Todos judeus:
Ilya Ehrenburg, Mikhail Borodin, Lev Kamenev, Yakov Sverdlov
, Lazar Kaganovich (braço direito de Stalin, ao seu lado), Genrikh Yagoda, Karl Radek, Grigory Zinoviev, Yakov Yurovsky.


Ilya Ehrenburg, o primeiro dos judeus desse mosaico, escreveu no panfleto soviético — de nome ligeiramente sugestivo — ‘Mate’, direcionado aos soldados bolcheviques:

“Os alemães não são seres humanos. A partir de então, a palavra ‘alemão’ é a maior ofensa. (...) Nós não temos mais o que debater. Nós iremos matá-los. (...) Se você ainda não matou ao menos um alemão hoje, o dia foi desperdiçado. Se você não pode matar um alemão com uma bala, mate-o com a baioneta. Se sua parte da trincheira estiver muito calma, mate um alemão. Se você já matou um alemão, mate outro: não há nada mais divertido do que empilhar corpos de alemães. (...) Não conte os dias, não conte as milhas percorridas, conte apenas o número de alemães que você matou. (...) Mate os alemães! Mate!”


Sim, parece um absurdo que tais palavras, até mesmo toscas e primitivas, tenham saído da caneta de um intelectual. A impressão é que foram apenas atribuídas ao sujeito com o intuito de manchar sua reputação, pintando-o como um maluco sanguinário. Contudo, uma breve pesquisa na rede (e isso está inclusive no wikipedia) rapidamente traz a confirmação de que se tratam realmente de palavras escritas por Ilya Ehrenburg.


Em algum momento, um próprio colega seu, marxista da URSS, chega a criticar sua postura ensandecida. Em resposta (e isso também está no artigo de wikipedia de Ilya Ehrenburg, talvez como tentativa de aliviar sua barra), o camarada teria afirmado que sua sanha assassina era direcionada somente contra os soldados alemães, inimigos de guerra dos sovietes, pois ele mesmo não seria tão perverso, “como os nazistas”, ao ponto de desejar o mal a civis inocentes. No entanto, o mea-culpa é facilmente desmentido por palavras que foram escritas por ele em outro panfleto lunático:

“Não há nada além do mal na raça germânica. Nada além do mal entre os alemães que vivem ou que ainda estão por nascer. Sigam os preceitos do camarada Stalin: elimine essa besta fascista de uma vez por todas em sua própria toca. Faça uso da força e arrebente com o orgulho racial dessas mulheres alemãs. Tome-as como suas escravas sexuais.”



Mulher francesa que cooperava com a Alemanha sendo abusada por comunistas.




Resistência Francesa (comunistas) torturando mulher que cooperava com a Alemanha.








“É necessário - urgente e secretamente - preparar o terror... introduzir o terror em massa.”
— Vladimir Lênin


Outro desses judeus, Lev Kamenev, escreveu, em 1920, no texto intitulado ‘A Ditadura do Proletariado’:

“Qualquer um que duvida da inevitabilidade da ditadura do proletariado como uma etapa necessária de sua vitória sobre a burguesia favorece as condições para vitória dessa última; qualquer um que duvida ou renuncia ao partido político do proletariado está ajudando a enfraquecer e desorganizar a classe trabalhadora.”


Em resposta a essas idéias marxistas, Mikhail Bakunin, o famoso anarquista, escreveu as seguintes palavras (e deixo claro que concordo com as críticas a seguir, não com suas posições anarquistas, as quais rejeito; pois estou de acordo com o diagnóstico do problema apresentado, não com as soluções anarquistas que ele propõe em seus trabalhos):


“O governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Esta minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e por-se-ão a observar o mundo proletário a partir de suas posições no Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana. (...) Se você pegar o mais ardente revolucionário e investi-lo de poder absoluto, dentro de um ano ele será pior que o próprio Czar.”






Em 1918, o judeu Trotsky conversava com Yakov Sverdlov (outro dos judeus desse mosaico) sobre o assassinato do Czar. Assim o diálogo foi relatado pelo próprio Trotsky em suas memórias:

“Oh sim, e onde está o Czar?

“Finalizado — ele [Sverdlov] respondeu — Baleado.

“E onde está a família?

“A família foi junto com ele.

“Todos eles? — perguntei, aparentemente com um traço de surpresa.

“Todos eles — respondeu Sverdlov — e então? — ele estava esperando ver minha reação, ao que não esbocei nenhuma.

“E quem tomou a decisão? — perguntei.

“Nós decidimos isso aqui. Lênin achou que não devíamos deixar os russos com um símbolo em torno do qual pudessem se unir. — não questionei nada e dei a questão por encerrada.”


O fato ao qual os dois judeus se referem é o que se deu na madrugada de 17 de Julho de 1918, na Casa Ipatiev, em Yekaterinburg. O Czar [Imperador] Nicolau II da Rússia, mais sua esposa, suas quatro filhas (uma de 22, uma de 21, uma de 19 e uma de 17), o seu filho (de 13 anos), o médico da família, um empregado, uma camareira e um cozinheiro foram brutalmente executados nessa casa. Quem liderou o grupo de carrascos, participando diretamente da chacina, foi Yakov Yurovsky (o último dos judeus acima).


Igor Shafarevich, grande matemático russo e ativista anti-comunista, relata sobre o episódio em seu livro Russophobia:

“Esta ação ritual simbolizou o fim dos séculos da história russa, tanto que isso pode ser comparado somente com a execução de Carlos I na Inglaterra ou Luiz XVI na França. Aparentemente, a representatividade de uma insignificante minoria étnica deveria se manter tão distante quanto possível desta dolorosa ação. E, no entanto, quem encontramos? A execução foi pessoalmente supervisionada por Yakov Yurovsky, que atirou no Czar (...) Para completar o quadro, na parede do cômodo onde a execução ocorreu escreveram um poema de Heine [poeta judeu] sobre o Rei Baltazar, que ofendeu Jeová e foi morto pela ofensa.”

O detalhe é que quem escreveu o poema na parede, fez uma sutil modificação na palavra ‘Baltazar’, substituindo-a por ‘Baltaczar’, um jogo de palavras que enfatizava a associação entre o antigo rei bíblico e o Czar da Rússia, igualmente alvos do ódio judaico.


Comunismo é Judaísmo. A Revolução Judaica na Rússia ocorreu em 1918.”
— Henry Hamilton Beamish


“Todo o relato do bolchevismo na Rússia é inegavelmente marcado como uma ‘invasão estrangeira’. O assassinato do Czar, planejado pelo judeu Sverdlov (que veio à Rússia como um agente pago por agitadores da Alemanha) e desempenhado por judeus é um ato não do povo russo, mas de seus invasores hostis.”
— Robert Wilton, jornalista britânico


Karl Radek (de nome verdadeiro Karl Sobelsohn; o judeu com cara de pervertido sexual), foi quem implantou pela primeira vez o bolchevismo em um partido político alemão, o KPD (Partido Comunista da Alemanha). Ali, por um tempo, ele havia se infiltrado como um rato, no intuito de fazer com que a Alemanha passasse pelo mesmo processo de auto-destruição que os outros judeus fizeram a Rússia passar por meio da revolução russa e da URSS. No caso da Alemanha, não tiveram o mesmo êxito, pois encontraram uma barreira maior, de pessoas mais dignas e honradas — motivo pelo qual precisaram convencer outros lacaios a lançarem implacavelmente suas forças contra a Alemanha.


Radek e Bukharin, 1920.


Outro desses judeus, Lazar Kaganovich (no centro do mosaico, abraçado a Stalin), era o próprio braço direito de temível ditador soviético, e de fato foi quem conduziu diretamente a maior parte dos genocídios, em geral atribuídos ao bigodudo (obviamente, com a sua condescendência)... no entanto, essa atribuição dos genocídios soviéticos feita exclusivamente a Stalin é apenas uma forma de isentar os “pobres judeus” e fazer parecer que só um “maldito anti-semita” — como hoje Stalin é maliciosamente retratado — poderia ser tão perverso a ponto de cometer tais atrocidades. Mas, de fato, Stalin passou a perseguir os judeus somente em uma fase tardia do regime, quando os planos judaicos já haviam passado dos limites até para os parâmetros de um lacaio como ele. Pois o genocídio realmente brutal já havia sido cometido por esses ratos enquanto puderam ocupar altas posições do aparelho burocrático soviético.


O sobrinho de Kaganovich, Stuart Kahan, confirma a autoria dos genocídios do tio, relatando algumas situações tenebrosas desse judeu:


“Assim que Kaganovich, como Primeiro Secretário dos Bolcheviques, ocupou a Ucrânia, ele orquestrou uma fome sistemática para punir os ‘kulaks’ [camponeses e donos de terra] que não colaboraram com os bolcheviques. Mais de 7 milhões de ucranianos morreram de inanição. Essa atrocidade é conhecida como Holodomor. Em 1957, ele foi julgado publicamente por Nikita Khrushchev como o causador da morte de 20 milhões de russos.
— Stuart Kahan, sobrinho de Kaganovich (‘The Wolf of the Kremlin: The First Biography of L. M. Kaganovich, The Soviet Union's Architect of Fear’)




“Lazar Kaganovich lembrou-se do que, muitos anos atrás, o Tio Levick lhe havia dito naquela carruagem de volta de Kiev: ‘Só interessa o que for vantajoso para os judeus. Siga apenas essa linha de raciocínio.’
— Stuart Kahan (‘The Wolf of the Kremlin: The First Biography of L. M. Kaganovich, The Soviet Union's Architect of Fear’)






“Enforquem os ‘kulaks’ e executem os prisioneiros. Façam isso de forma que as pessoas, num raio de quilômetros de distância, vejam e tremam.”
— Vladimir Lênin


“Vocês estão definhando de fome? Mas isso ainda não é fome. Quando suas mulheres começarem a devorar seus filhos, aí sim venham me dizer que estão definhando de fome.”
— Leon Trotsky, em 1921, respondendo à mensagem de que o povo russo começava a perecer devido à fome causada pelo seu regime


Canibalismo durante a fome na Rússia, em 1921.


“Não há regras absolutas de conduta, seja na paz ou na guerra. Tudo depende das circunstâncias.”
— Leon Trotsky


Será que o mesmo conceito pode se aplicar a Hitler e Mussolini? Ou somente a Trotsky, Lênin, Stalin, Churchill, Roosevelt, Truman, que aliás foram responsáveis por um quantidade muito maior de mortes, devido a sua aliança maldita na Segunda Guerra Mundial? Mas, oh, claro! A única regra absoluta de conduta deve ser, como dizia o “Tio Levick”: a ação é favorável aos judeus? Pois, para os judeus, esse é o único critério válido e o único parâmetro absoluto, em função do qual tudo mais é meramente circunstancial.

Se a morte são de milhões de judeus, então isso é absolutamente maligno, perverso, demoníaco, e por isso devemos ter apenas reações emocionais e pavlovianas, beirando à histeria coletiva. Agora, se a morte são de milhões de russos, alemães, italianos e japoneses, então isso faz parte da dinâmica da guerra entre povos, e aqui precisamos apenas analisar a questão de forma fria e realista, entendendo que é impossível neutralizar o poder de uma grande potência sem atingir um grande contingente de pessoas inocentes (entre os quais, crianças e mulheres brutalmente aniquiladas por bombas e também executadas em campos de concentração).

Como sempre, um peso e duas medidas, no melhor estilo da duplicidade moral dos tipos histéricos e esquizofrênicos. Exatamente como qualquer comunista demente.


“Nós estaremos nos enganando se negarmos a necessidade de uma desesperada guerra sanquinária de extermínio como obrigação imediata da ação revolucionária”
— Vladimir Lênin


E como Stephen Wise, rabino e sionista radical, certa vez admitiu:


“Alguns chamam isso de marxismo. Eu chamo de judaísmo.”



Alguns também chamam de satanismo. No fim, acabamos por descobrir que são praticamente a mesma coisa.

sábado, 1 de outubro de 2016

Estado de Israel — Uma moderna mitologia




Para entendermos um pouco a origem do moderno Estado de Israel, convém darmos uma olhada neste que é tido como o pai-fundador dessa nação, David Ben-Gurion.

Nascido na Polônia, Ben-Gurion não teve, contudo, muito interesse em sua pátria de nascimento, pois cedo tornou-se obcecado pelo sionismo — o movimento de nacionalismo judaico, que pretendia, através de políticas de ocupação, produzir uma nação judaica no território predominantemente árabe da Palestina; movimento esse que, assim, não deixa de se assemelhar a outras formas modernas de nacionalismo, como o Nacional-Socialismo de Hitler e o Fascismo de Mussolini.

Evidentemente que o que diferencia cada uma dessas expressões nacionalistas são o povo e a nação pelos quais desempenham sua luta; assim como a história e a mitologia sobre as quais erguem seus horizontes; e os inimigos que consideram mais nocivos desde seu próprio ponto de vista (algo que, em nossa sociedade dominada pelo lobby judaico, já não é mais possível questionar ou debater).

Afinal, Hitler era socialista e, por essa razão — argumentam os neo-conservadores liberalóides adoradores de Israel —, ele seria de esquerda e estaria do lado errado da história. Não é isso? Pois  David Ben-Gurion, pai-fundador de Israel, também era um declarado e ferrenho socialista. De fato, ele era líder do movimento que tinha por nome justamente ‘Sionismo Socialista’, tendo também fundado o Partido Trabalhista de Israel. 

Por um longo período que se estende desde antes do surgimento do Terceiro Reich e da conclusão da Segunda Guerra Mundial, até à própria criação de Israel e às suas primeiras décadas de governo, o Sionismo Socialista, liderado por esse David Ben-Gurion, foi a força constante de liderança de todo o movimento sionista, tanto na Palestina como ao redor do mundo, onde atua com seus lobbies internacionais, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos. Assim, de fato, David Ben-Gurion foi o principal líder do movimento sionista, além de chefe da Organização Mundial Sionista — o que facilmente nos leva a concluir que, para todos os efeitos, o sionismo que produziu Israel é um movimento propriamente socialista. 

Portanto, em essência, Israel surgiu do socialismo — e, poderíamos até  pensar, não menos do que é o caso do Terceiro Reich em relação ao Nacional-Socialismo. Mas essa talvez não seja uma comparação muito justa, como nos indicam as próprias palavras de Hitler:

“Eu defino ‘socialismo’ a partir do termo ‘social’, significando principalmente ‘eqüidade social’ [justa distribuição, não igualdade]. Dessa forma, um socialista é aquele que serve ao bem comum sem renunciar à sua individualidade, ao seu caráter pessoal, ao produto de sua própria eficiência.  
A nossa adoção do termo ‘socialismo’ nada tem a ver, assim, com o socialismo marxista. Pois o marxismo é contrário à propriedade privada, e o verdadeiro socialismo não. O marxismo não reconhece o valor do indivíduo, do esforço individual, da eficiência. Já o verdadeiro socialismo valoriza o indivíduo e o encoraja em sua eficiência individual, ao mesmo tempo que postula que seus interesses individuais devem estar em consonância com os interesses da comunidade. Todas as grandes invenções, descobertas e conquistas foram, primeiramente, o produto de um cérebro individual. Portanto, lança-se contra mim duas acusações: a de que sou contra a propriedade privada e a de que sou ateu. Ambas são falsas.” 
— Adolf Hitler, Expresso de Domingo, 28 de Dezembro de 1938.

Aqui, também é pertinente ressaltar que certas citações atribuídas ao Führer, como aquela em que ele se diz o “vencedor do marxismo”, são absolutamente falsas, tendo sido forjadas em um livro que há tempos já ficou comprovado se tratar de uma tosca fraude histórica, de intuito puramente difamatório, e onde se encontra boa parte das palavras de teor gratuitamente belicoso e maquiavélico que Hitler teria proferido.

Tal livro foi publicado na Alemanha sob o título ‘Conversas com Hitler’  e em inglês como ‘A Voz da Destruição’. O responsável pela sua montagem foi um certo Hermann Rauschning, que esteve ligado ao Partido Nacional-Socialista por breve período até ser expulso. Além disso, o sujeito só esteve na presença de Hitler em raras ocasiões públicas, tendo trocado apenas algumas palavras protocolares com ele. A seguir à sua expulsão, ele passou a colaborar com os Aliados, empenhando-se na propaganda anti-germânica. Em troca, teria uma vida confortável nos EUA.

O trabalho de falsificação, porém, não é dos melhores, já que o livro contém, entre outros aspectos grosseiros e imaginativos, passagens inteiras plagiadas de autores conhecidos, como Nietzsche e o contista de horror Guy de Maupassant, sendo os textos desses atribuídos a Hitler como se fossem palavras ditas por ele.

Ao contrário, David Ben-Gurion, como bom judeu que era, inspirava-se primariamente em fontes judaicas para compor sua visão de socialismo. Por exemplo, ele tinha como base de suas idéias o pensamento de Moses Hess, verdadeiro pai do sionismo (e ainda mais do Sionismo Socialista, a vertente seguida por Ben-Gurion).

Um fato curioso, também, é que o tal Moses Hess chegou a ter uma certa proximidade pessoal com os jovens Frederich Engels e Karl Marx, de quem ele era grande admirador, e foi o responsável por introduzir-lhes o comunismo (e, assim, de certo modo, plantando a raiz do mal marxista).

Algumas citações desse Moses Hess talvez mostrem um pouco do que se passava em sua cabeça:

“A luta de raças constitui a luta primordial. A luta de classes é secundária. E a raça dominante, hoje, é a germânica.” 
“Aparentemente, uma derradeira luta racial é inevitável.” 
“A era messiânica é a época presente, que começou a germinar com os ensinamentos de Espinosa [filósofo judeu] e finalmente teve sua existência histórica com a grande Revolução Francesa.” 
“Para essa próxima forma de culto, apenas o judaísmo detém a chave. Essa é a ‘religião do futuro’ com a qual sonharam os filósofos do século XVIII e seus seguidores. Cada nação deverá criar sua própria forma de culto histórico. Cada povo deverá se tornar como o povo judaico, o povo de Deus.” 
“Os cristãos imaginam o futuro melhor para a humanidade na imagem de um paraíso celestial. Nós, por outro lado, teremos esse paraíso na Terra.” 
“Você pode vestir-se de mil máscaras, mudar seu nome, sua religião e seu modo de vida, rastejando-se pelo mundo incógnito, de forma que ninguém perceba que você é um judeu. Ainda assim, cada insulto que ouvir sendo feito contra os judeus fará com que se sinta mais ferido do que um homem honrado, fiel à família e defensor de seu bom nome.”


E essa é só um pouco da origem do sionismo, que começou lá atrás, no plano teórico, com tipos como esse Moses Hess, e culminou, no plano prático, com tipos como David Ben-Gurion. Aí está a origem do moderno Estado de Israel, tão defendido por neocons e liberais baba-sacos de judeus.


✯✯✯✯✯



David Ben-Gurion firma pacto com Winston Churchill.


“Algumas pessoas gostam dos judeus e outras não. Mas nenhum homem educado pode negar que eles são, sem sombra de dúvida, a raça mais formidável e mais marcante que já apareceu no mundo.” — Winston Churchill



Ben Gurion homenageia Churchill: racismo, só no caso de se orgulhar de sua própria raça. Se for para considerar os judeus a raça superior, então você merece um prêmio.


“Entre salvar todas as crianças judias trazendo-as da Alemanha para a Inglaterra, ou salvar apenas metade dessas crianças transportando-as para Israel, eu fico com a segunda alternativa. Pois temos que levar em conta não apenas as vidas dessas crianças mas também a história do povo de Israel.” — David Ben-Gurion


“As coisas de maior valor jamais devem ser postas à mercê das que valem menos.” 
— Goethe




David Ben-Gurion conversa com Franklin D. Roosevelt e o, ainda jovem, John F. Kennedy.


“Em algum ponto do final de 1950, aquele historiador ocasional e fofoqueiro de primeira classe, John F. Kennedy, contou-me que, em 1948, Harry S. Truman havia praticamente sido abandonado por todos quando veio a concorrer à presidência. Então, um americano sionista [Abraham Feinberg] levou-lhe dois milhões de dólares em dinheiro, numa maleta, à bordo do pequeno trem de sua campanha. Essa é a razão pela qual o reconhecimento americano de Israel se deu de forma tão rápida. Como nem Jack nem eu éramos anti-semitas (ao contrário de seu pai e de meu avô), nós tomamos esse fato como apenas mais uma das divertidas histórias sobre o Truman e a serena corrupção da política americana.” — Gore Vidal (no prefácio de ‘Jewish History, Jewish Religion: The Weight of Three Thousand Years’, de Israel Shahak) 


Harry Truman e Abraham Feinberg (atrás, no canto esquerdo), o judeu que fundou o AIPAC (‘American Israel Public Affairs Committee’), poderoso grupo de lobby sionista, e que doou 2 milhões de dólares (uma fortuna naquela época) à campanha de Truman, projetando à presidência dos EUA um então bastante improvável candidato.


Harry Truman, candidato tão improvável que o jornal de Chicago noticiou a vitória de seu rival, Thomas E. Dewey, nas eleições — fato esse que não passaria despercebido ao deboche de Truman, vencedor da mais acrobática virada eleitoral da história americana.

Harry Truman sob as presenças de Eddie Jacobson, Maurice Bisyger e Frank Goldman, membros do B'nai B'rith, sociedade secreta judaica ligada à maçonaria.


”Quantos reis são governados por seus ministros? Quantos ministros, por seus secretários? Quem, nesse caso, é realmente o governante?”
 — Goethe


Harry Truman assina documento que reconhece o Estado de Israel — apenas 11 minutos depois da proclamação do Estado, um verdadeiro recorde diplomático.

“Estou orgulhoso da minha parte na criação desse novo Estado. Nosso governo foi o primeiro a reconhecer o Estado de Israel.” — Harry Truman


Harry Truman recebe castiçal judaico de David Ben-Gurion, líder do Sionismo Socialista, agora Primeiro-Ministro de Israel, e Abba Eban, diplomata de Israel.

Harry Truman recebe bugiganga judaica de Chaim Weizmann, líder da corrente liberal do sionismo, agora Presidente de Israel.

“O debate nunca foi se nós [sionistas liberais e sionistas socialistas] éramos favoráveis ou contra dividir Israel. Nenhum sionista jamais renunciaria à mínima parte de Israel. A discussão sempre foi qual das duas rotas levaria mais rápido ao objetivo comum.”
 — David Ben-Gurion



Chaim Weizmann (no centro), o sionista liberal, tomando chá com David Ben-Gurion (à direita), o sionista socialista.




“Eu tinha fé em Israel antes mesmo de ele ser estabelecido e eu tenho fé nele agora. Eu acredito que ele terá um futuro glorioso — não apenas como um Estado soberano, mas como a personificação dos grandes ideais de nossa civilização.” — Harry Truman


Ruínas de Manshiyeh: uma das mais de 400 vilas palestinas destroçadas por forças militares judaicas.


Theodor Herzl, fundador da Organização Mundial Sionista e tido como a figura central de todo o movimento sionista, havia escrito, em 1892, quando Hitler ainda era um bebê: “Tanto o processo de remoção quanto o de desapropriação dos pobres [palestinos] devem ser feitos de maneira discreta e circunspecta.”


Refugiados da vila de Nakba, mais uma das vilas palestinas discretamente arrasadas por forças militares judaicas, obrigando seu povo a debandar ou ser destroçado por bombas e tanques muito circunspectos.


“Durante o ataque, devemos estar prontos para dar o golpe decisivo. Isto é: ou destruir as vilas ou expulsar seus habitantes para que o nosso povo possa substitui-los.” 
— David Ben-Gurion


Massacre de Deir Yassin, na Palestina, por forças militares judaicas.



“Sinto muito, senhores, mas tenho que responder a centenas de milhares de pessoas que estão ansiosas pelo sucesso do sionismo. Eu não tenho centenas de milhares de árabes entre meus eleitores.” — Harry Truman


Uma parte das centenas de milhares de árabes que tiveram que abandonar seu lar na Palestina porque não fazia parte do eleitorado de Truman ou dos planos dos judeus sionistas.

Vale lembrar que judeus, segundo os próprios alegam com aquele típico ar de soberba, constituem uma ínfima parcela da população americana. Ainda assim, para alguns, como Harry Truman, os americanos deviam estar ansiosos pelo sucesso do sionismo, o nacionalismo judaico, enquanto deviam ser obrigados a reagir furiosamente contra o nacionalismo germânico e o nacionalismo italiano. Isso quando sabemos que americanos sempre tiveram muito mais em comum com alemães e italianos do que com judeus, a começar pela religião cristã que os tais neocons tanto dizem seguir e defender — mas além disso, a raça, a cultura e a tradição greco-romana que permeia toda a Igreja Católica Apostólica Romana, e mesmo as igrejas protestantes quase idênticas entre alemães e americanos (com exceção daquelas igrejas mais recentes, pentacostais, testemunhas de jeová, compostas por fanáticos que berram e rodopiam no púlpito, e que claramente são produtos do pathos judaico, como indica a obsessão pelo antigo testamento, símbolos judaicos e comportamentos estridentes).

Não é realmente possível crer que esses neocons liberalóides sionizados não sejam, no fundo, meras ferramentas manipuladas por judeus, os quais sequer dão a mínima para Cristo, a base da vida de um cristão. Senão, por que sempre o interesse muito maior em Israel, em judeus e coisas judaicas?



Esses não são hebreus cruzando o mar para fugirem do faraó — são palestinos fugindo dos tanques e mísseis judaicos.

Esses não receberam a famosa piedade cristã dos neocons liberais — pois tratam-se de refugiados palestinos, não pobres judeus vítimas de “anti-semitismo” (embora, ironicamente, árabes também sejam semitas, rótulo que os judeus também gostam de monopolizar).

Hotel britânico King David, na Palestina, em 1946 (antes da criação de Israel), após ser bombardeado pelo grupo terrorista judaico Irgun, que à época buscava chamar a atenção do mundo às reivindicações sionistas. Qualquer semelhança com os atuais ataques terroristas islâmicos é mera coincidência.

“Richard Crossman, um membro do Partido Trabalhista Britânico, cuja experiência no Comitê Anglo-Americano o tinha feito simpático à causa sionista, visitou Chaim Weizmann [o líder do sionismo liberal] pouco depois do ataque ao Hotel King David. A reação ambígua de Weizmann perante à brutalidade sionista transpareceu na conversa. Ao mesmo tempo que ele condenava a violência, Weizmann afirmava que se simpatizava com a causa dos terroristas. Quando o ataque ao hotel foi mencionado, ele começou a chorar em prantos. Ele disse: ‘Eu não posso deixar de sentir orgulho de nossos garotos. Se ao menos tivesse sido um quartel alemão, eles teriam recebido uma medalha de honra.’”
 — Thurston Clarke (By Blood and Fire, G. P. Puttnam's Sons, New York, 1981)



Agentes britânicos barbaramente executados pela unidade terrorista judaica Irgun, em 1947 — um ano antes da criação de Israel. Pelo visto, tais métodos surtem efeito e foram bem ensinados a outro grupo de gente. 


“Está além do poder mortal trazer de volta à vida os seis milhões que foram queimados, asfixiados e enterrados vivos na Alemanha. Mas nossos seis milhões de irmãos e irmãs que iam para a morte nos legaram uma injunção sagrada, que evita que um desastre se abata sobre o povo judaico no futuro.” — David Ben-Gurion

Explica-se então o motivo de ser tão importante que “seis milhões” de judeus tenham sido cruelmente executados na Alemanha, ainda que esse número maluco e os métodos de execução descritos pelos inimigos dos alemães não passem de uma fantasia tecnicamente impraticável, servindo, assim, de desculpa e chantagem emocional para que ninguém se oponha a nada do que os judeus façam, sob o risco de ser confrontado por gritinhos de “anti-semitismo!” 

Dessa forma, todos podem ser calados em público, enquanto eles continuam passando por cima de quem eles querem.


“Deixem-me dizer-lhes uma coisa. Não importa o que o mundo diga de Israel. Não importa o que eles digam de nós em qualquer parte do mundo. A única coisa que interessa é estarmos aqui na terra de nossos ancestrais. E a menos que mostremos aos árabes que há um alto preço a se pagar por matar judeus, nós não sobreviveremos.”
— David Ben-Gurion


Corpos mutiladas de crianças palestinas estendidos sob tanques israelenses: o alto preço a se pagar por quererem ir contra a única coisa que interessa aos judeus: um pedaço de terra que foi de um outro povo, milhares de anos atrás.


“Não importa o que os não-judeus dizem. Importa o que nós judeus fazemos.”
 — David Ben-Gurion, repetindo um lema judaico




“Todo mundo enxerga uma dificuldade nas relações entre árabes e judeus. Mas nem todo mundo enxerga que na verdade não existe solução para esse problema. Não há solução! Há um abismo e nada pode superar isso... Nós, como povo, queremos que essa terra seja nossa. Os árabes, como povo, querem que seja deles.” — David Ben-Gurion



Militares israelenses hasteiam bandeira com “estrela de Davi” (na verdade, o Selo de Salomão, símbolo adotado de antigas culturas pagãs do Egito), em 1948, quando finalmente terminam de invadir e colonizar as terras da Palestina.


“A guerra nos dará a terra. ‘Nossa’ e ‘deles’ são conceitos de tempos de paz. Na guerra, isso perde todo o sentido.” — David Ben-Gurion



✯✯✯✯✯





Mais tarde, Harry Truman escreveria em seu diário, revelado somente décadas depois de sua morte: “Eu acho os judeus muito, muito egoístas. Não se importam que estonianos, letonianos, finlandeses, poloneses, iuguslavos ou gregos sejam exterminados e desalojados como pessoas sem lar, desde que os judeus recebam tratamento especial. Ainda assim, quando eles conseguem o poder — militar, financeiro ou político —, nem Hitler nem Stalin ficam devendo nada a eles em crueldade e abuso contra os desamparados.”