sexta-feira, 2 de novembro de 2018
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
“Nunca esqueceremos... de relativizar a nosso favor”
General Douglas MacArthur
William Manchester, biógrafo de Douglas MacArthur, escreveu: “A declaração de Postdam, de Julho de 1945, exigia que o Japão se rendesse incondicionalmente ou encarasse a ‘imediata e completa destruição.’ MacArthur ficou chocado. Pois ele sabia que os japoneses jamais renunciariam ao Imperador [uma das condições da declaração] e que, sem o Imperador, uma transição ordeira para a paz seria de qualquer maneira impossível, porque seu povo jamais se submeteria à ocupação dos Aliados a menos que houvesse a ordem do Imperador. Ironicamente, quando veio a rendição, ela foi condicional, e a condição era a continuação do reinado imperial. Se tivessem, desde o início, seguido o conselho do General, o recurso das armas atômicas em Hiroshima e Nagasaki teria sido desnecessário.”
Primeiro-ministro japonês assina carta de rendição (General MacArthur à esquerda, diante do microfone).
Norman Cousins, à época consultor do General MacArthur, relatou: “MacArthur via a decisão de jogar a bomba atômica em Hiroshima e Nagasaki de uma forma muito diferente do que o público em geral imagina. Quando perguntei a ele sobre a decisão de jogar a bomba, fiquei surpreso de saber que ele nem ao menos tinha sido consultado a respeito. Qual — eu perguntei — teria sido sua sugestão? Ele respondeu que não via nenhuma justificativa militar para lançar a bomba. A guerra já teria acabado semanas antes — disse ele — se os EUA tivessem concordado (como, de qualquer modo, vieram a concordar depois) em manter a instituição do Imperador. ”
General MacArthur ao lado de Hirohito, Imperador do Japão.
General MacArthur procurou defender tanto quanto possível o Imperador Hirohito dos sionistas instalados em Washington, que queriam a todo custo eliminar o império japonês: “Indiciar o Imperador irá, sem dúvida, causar uma tremenda convulsão entre os japoneses, e não se deve desprezar as conseqüências disso. Ele é um símbolo que mantém todo o Japão unido. Destruí-lo irá desintegrar a nação. E é bem possível que isso ainda exija um milhão de tropas por um tempo indefinido.”
General MacArthur no Japão
General MacArthur: “O povo japonês, desde o fim da guerra, passou pela maior reforma registrada na história moderna. Com uma vontade louvável, ímpeto de aprendizagem e destacada capacidade de compreensão, eles erigiram, das cinzas deixadas pela guerra, um edifício dedicado à supremacia da liberdade individual e da dignidade pessoal, e nesse processo criaram um governo de fato representativo, comprometido com o avanço da moralidade política, da liberdade econômica e da justiça social.”
“Minha maior riqueza é a profunda paz de espírito em que eu me esforço, cresço e ganho aquilo que o mundo não pode arrancar-me com espada ou fogo.” — Goethe
Douglas MacArthur com seu filho.
“Por vocação, eu sou um soldado e me orgulho desse fato. Mas eu sou mais orgulhoso, infinitamente mais orgulhoso, de ser um pai. Um soldado destrói de maneira a poder construir. O pai apenas constrói, jamais destrói. O primeiro tem o potencial mortífero. O segundo incorpora apenas o poder da criação e da vida. E, enquanto a horda da Morte é poderosa, o batalhão da Vida é mais poderoso ainda. Minha esperança é que, quando eu me for, meu filho se lembrará de mim não na batalha, mas em casa, repetindo com ele a simples oração diária ‘Pai Nosso Que Estais no Céu.’” — Douglas MacArthur
“Nem sempre se pode ser um herói, mas pode-se sempre ser um homem.” — Goethe
Presidente Herbert Hoover ouve palavras dirigidas pelo General Douglas MacArthur.
O Presidente Republicano Herbert Hoover nos relata: “Eu disse a MacArthur que a paz poderia ter sido feita com o Japão, pelo que haveríamos atingido nossos objetivos. MacArthur disse que isso era verdade e que teríamos evitado todas aquelas perdas, a bomba atômica e a entrada da Rússia na Manchúria.”
William D. Leahy
William D. Leahy, almirante da marinha americana, escreveu em suas memórias: “Uma vez testada, o presidente Truman encarou a decisão de usar a bomba atômica. Ele não gostava da idéia, mas foi persuadido de que isso encurtaria a guerra com o Japão e salvaria vidas americanas. Na minha opinião, o uso dessa arma primitiva em Hiroshima e Nagasaki não foi de nenhuma utilidade. Os japoneses já estavam vencidos e prestes a se render por causa de nosso eficaz bloqueio marítimo e do sucesso com as armas convencionais. Meu sentimento é que, ao sermos os primeiros a usar a bomba atômica, adotamos um padrão ético comum aos selvagens da era das trevas. Não fui educado para fazer guerra nesses termos, pois não se pode vencer destruindo a vida de mulheres e crianças.”
George S. Patton, lendário general americano
Em seu diário, George Patton escreveu: ”Se o que estávamos fazendo [na Segunda Guerra Mundial] era pela liberdade, então dê-me a morte. Eu não consigo ver como os americanos conseguiram descer tão fundo. Isso tem um pé semítico, não tenho dúvida.”
sábado, 26 de novembro de 2016
O segredo da longevidade
“Jesus Cristo foi o primeiro comunista. Repartiu o pão, repartiu os peixes e transformou a água em vinho.”
— Fidel Castro
“Este país [Cuba] é o paraíso. No sentido espiritual da palavra. E digo mais: nós preferimos morrer no paraíso do que sobreviver no inferno.”
— Fidel Castro
“Eu nunca vi nenhuma contradição entre as idéias que me sustentam e as idéias daquele símbolo, daquela figura extraordinária.”
— Fidel Castro, referindo-se a Jesus Cristo
“Fuzilamentos? Sim, fuzilamos! E continuaremos a fuzilar sempre que necessário. Nossa luta é uma luta dedicada à morte.”
Che Guevara, braço direito de Fidel Castro e grande símbolo da “espiritualidade” de Cuba
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| De costas, Che Guevara assiste a Fidel Castro (à direita) e seu irmão Raul Castro (no meio) amarrarem um opositor político; a seguir, esse seria fuzilado. |
“A administração [de Truman] provou ser totalmente incapaz de acabar com a corrupção que corroeu completamente [nosso governo] e de restabelecer a confiança e a fé do povo americano na moralidade e na honestidade de seus trabalhadores governamentais.”
— Richard Nixon sobre a administração de Truman em 1951 (Isaac Asimov's Book of Facts, 1992, p. 338)
— Richard Nixon em conversa gravada com Haldeman e Ronald Ziegler, 1971 (Oval Office Conversation)
“Sabe o que é engraçado? Cada um desses bastardos que estão querendo legalizar a maconha são judeus. Por Cristo, o que acontece com esses judeus? Qual o problema deles? Suponho que seja pelo fato de muitos deles serem psiquiatras.”
—Richard Nixon, 1971 (Newsweek, 27 de Maio de 2004)
“Os judeus são um bando de bastardos irreligiosos, ateus e imorais.”
Richard Nixon para Bob Hadelman, Fevereiro de 1972 (Conterpunch, Dezembro de 2002)
“Por Deus, há exceções. Mas, Bob, falando em termos gerais, você não pode confiar nesses bastardos. Eles se voltam contra nós.”
Richard Nixon para Bob Hadelman (‘Nixon: I Am Not an Anti-Semite’, por Timothy Noah, 1999)
“Os comentários de Nixon sobre judeus eram... havia uma grande disparidade entre os comentários que ele fazia sobre judeus e o grande número de judeus que havia em sua administração. É difícil de acreditar em um sentido. Eu não acho que Nixon fosse realmente anti-semita. Ele tinha uma espécie de frases de efeito.”
— Henry Kissinger (MSNBC, 9 de Junho de 2005), à época Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA... judeu conhecido como um dos mais sanguinários da história da política americana
“Os judeus colocam os interesses judaicos acima dos interesses americanos e está na hora de os judeus perceberem que eles são primeiro americanos e só depois judeus.”
— Richard Nixon em conversa com Henry Kissinger (Abril de 1973)
— Richard Nixon (National Review, 19 de Novembro de 2001)
“Eu jamais poderia dizer isso, mas é nisso que eu acredito.”
— Richard Nixon respondendo ao comentário do Reverendo Billy Graham de que os judeus estavam “estrangulando” a mídia e que esse “torniquete devia ser destruído ou o país seria drenado para o esgoto” (The New Yorker, 15 de Abril de 2002)
“Os conspiradores cabalistas-judaicos estão atrás de mim.”
— Richard Nixon (The Final Days)
— Henry Ford, 1920
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“Ele nunca foi um fascista e, definitivamente, jamais um anti-semita. Fidel explicou, na época, que ele não poderia estar com os fascistas, porque esses estavam contra os judeus, e ele não poderia estar contra os judeus pela simples razão de ser um também. Ele contou que era descendente de judeus por parte da avó. Fidel era [ou se camuflava como] católico, não judeu [em sentido religioso], e era cubano, não europeu, mas ele dizia para todos que ele pertencia ao povo judeu [em sentido racial].”
— Patrick Symmes (Os Meninos de Dolores)
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Fidel Castro em vestes judaicas-marranas.
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Raul Castro, irmão de Fidel, usando quipá (chapéu judaico) e acendendo menorá (castiçal judaico) em cerimônia judaica.
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